meio dia .sol a pino.
corre de manso o regato .
na igreja repica o sino;
cheiram as ervas do mato.
na árvore canta a cigarra;
há recreio nas escola..
tira-se, numa algazarra,
a merenda das sacolas.
O lavrador pousa a enxada
no chão, descansa um momento,
E enxuga a fronte suada,
contemplando o firmamento.
nas casas ferve a panela
sobre o fogão , nas cozinhas;
a mulher chega á janela,
atira milho as galinhas.
meio-dia! o sol escalda,
e brilha, em toda a pureza,
nos campos cor de esmeralda,
e no céu cor de turquesa...
e a vos do sino , ecoando
longe, de atalho em atalho,
nos campos, cantando
a vida, a luz, o trabalho!
OLAVO BILAC
CREMIVALDO ALVES DA SILVA
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
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